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Os
Terríveis Efeitos da Infidelidade Conjugal
Pr. Elinaldo
Renovato de Lima
O lar cristão deve ser a continuação
da igreja, porque, num sentido mais profundo, é a igreja
também. O relacionamento entre os membros da família
deve ser tão santo em casa, quanto na igreja. Dentre
as características de um bom relacionamento familiar,
destacamos a fidelidade. Esta é indispensável para que
se mantenham inabaláveis os alicerces do lar. Os pais
precisam ser fiéis entre si e aos filhos e estes aos
pais, todos fiéis uns aos outros.
João, evangelista e presbítero, dirigindo sua terceira
epístola a Gaio, diz: "Amado, procedes fielmente em
tudo o que fazes para com os irmãos, e para com os estranhos"
marcante dos verdadeiros cristãos. O oposto disso, ou
seja, a infidelidade, é um terrível inimigo, que tem
destruído inteiramente muitos lares e famílias. Neste
aspecto, avulta com maior gravidade, a conjugal: o esposo,
o pai de família, sendo infiel à esposa e vice-versa.
A infidelidade é um mal que não é de hoje, mas que,
nos tempos atuais, tem-se tornado muito comum nos lares
sem Cristo, e também tem atingido muitos lares cristãos.
A infidelidade conjugal não passa de um instrumento
diabólico para a destruição e desagregação da família.
A Bíblia diz que o marido deve amar a sua esposa da
mesma forma que Cristo ama a Igreja. Ora, o Senhor ama
a Igreja com sinceridade, e sobretudo, com fidelidade.
Esta fidelidade é tão grande, que "se formos infiéis,
Ele permanece fiel: não pode negar-se a si mesmo" (2
Tm 2.1.'3).
Mas Satanás diz ao esposo: "ora, não é nada demais;
procura unir-te a outra mulher: a tua já não te agrada.
No fim, tudo dará certo. - Os teus amigos não possuem
outras mulheres?". Com isso, o inimigo procura desfazer
o plano de Deus para a vida conjugal. E muitos homens,
mesmo cristãos, têm cedido a essa tentação diabólica,
cometendo adultério e prostituição, e desprezando o
lar, a esposa, os filhos e seu próprio nome e, o que
é pior: desprezando a Deus. A infidelidade, inimigo
cruel, não acontece de repente.
É necessário estar alerta para as ciladas do Inimigo.
MuItas vezes, a causa do adultério, ou melhor, dos fatores
que contribuem para a infidelidade, está sendo fomentada
dentro do próprio lar: Com o passar dos anos, o esposo
e a esposa deixam de cultivar o amor verdadeiro. Aquelas
expressões de carinho dos primeiros tempos ficam esquecidas.
O afeto vai desaparecendo entre os dois. No entanto,
a necessidade de afeto continua a existir em cada um.É
a chamada carência afetiva, que leva muitos a se decepcionarem
com o casamento.
As lutas do dia-a-dia também tendem a desfazer o clima
amoroso entre o casal, se não forem adotadas providências
para cultivá-lo. O lar, em muitos casos, passa a ser
uma espécie de pensão, na qual o marido é o hóspede
número um. Proceder fielmente em tudo é uma característica
marcante dos verdadeiros cristãos. O oposto disso, ou
seja, a infidelidade, é um terrível inimigo, que tem
destruído inteiramente muitos lares e famílias. Neste
aspecto, avulta com maior gravidade, a infidelidade
conjugal: o esposo, o pai de família, sendo infiel à
esposa e vice-versa.
A infidelidade é um mal que não é de hoje, mas que,
nos tempos atuais, tem-se tornado muito comum nos lares
sem Cristo, e também tem atingido muitos lares cristãos.
A infidelidade conjugal não passa de um instrumento
diabólico para a destruição e desagregação da família.
A Bíblia diz que o marido deve amar a sua esposa da
mesma forma que Cristo ama a Igreja. Ora, o Senhor ama
a Igreja com sinceridade, e sobretudo, com fidelidade.
Esta fidelidade é tão grande, que "se formos infiéis,
Ele permanece fiel: não pode negar-se a si mesmo" (2
Tm 2.1.'3).
É necessário estar alerta para as ciladas do Inimigo.
Muitas vezes, a causa do adultério, ou melhor, dos fatores
que contribuem para a infidelidade, está sendo fomentada
dentro do próprio lar: Com o passar dos anos, o esposo
e a esposa deixam de cultivar o amor verdadeiro. Aquelas
expressões de carinho dos primeiros tempos ficam esquecidas.
O afeto vai desaparecendo entre os dois. No entanto,
a necessidade de afeto continua a existir em cada um.
E a chamada carência afetiva, que leva muitos a se decepcionarem
com o casamento.
As lutas do dia-a-dia também tendem a desfazer o clima
amoroso entre o casal, se não forem adotadas providências
para cultivá-lo. O lar, em muitos casos, passa a ser
uma espécie de pensão, na qual o marido é o hóspede
número um. mero um, a esposa é a dona da pensão, e os
filhos, os outros hóspedes costumeiros. Não mais existe
o ambiente acolhe-dor e amigo no qual se respira amor,
paz e harmonia. Enquanto isso, fora do lar, os cônjuges,
no trabalho, no círculo de amizades, encontram sempre
alguém que lhes dê atenção e se interesse (ou finge
se interessar) pelos seus problemas.
Então Satanás, que não dorme, entra em ação. Começa
a falar ao coração que é hora de experimentar um caso
de amor, um romance, mesmo passageiro. O cônjuge, mesmo
sendo cristão, diante de tal sedução, entra em conflito
consigo mesmo. A mente começa a estampar a crise de
afeto que existe no lar, a falta de carinho, a indiferença
do outro cônjuge. A consciência bate forte, lembrando
a condição de cristão, lavado e remido no sangue de
Jesus. Nas primeiras investidas, o servo de Deus pensa,
recua, vence. Mas, dia após dia, as coisas se agravam.
A voz do Inimigo soa mais forte e sedutora; a concupiscência
se aquece. Vem a queda, o ato, o pecado, a morte espiritual.
Depois, entre desespero e reações evidentes, o coração
explode. O lar, que antes estava ruim, fica pior. A
culpa não dá paz. Os conflitos aumentam. Só há dois
caminhos: abandonar o lar, a esposa, os filhos e viver
na nova "pensão" ou continuar enganando a todos (mas
não a Deus). Em qualquer caso, todos sofrem. O cônjuge
infiel, o cônjuge fiel, os filhos, a família, a igreja.
Para evitar esse tipo de contribuição à infidelidade,
é necessário que o casal se mantenha debaixo da orientação
da Palavra de Deus. O esposo, amando sua esposa de todo
o coração, como Cristo à Igreja. A esposa, amando o
esposo da mesma forma e lhe sendo submissa pelo amor.
Em termos práticos, é necessário cultivar, tratar, regar
e cuidar da planta do amor, para que as ervas daninhas
da infidelidade não germinem no coração de um dos cônjuges.
É bom, que os cristãos casados saibam que a santidade
do cristianismo não faz ninguém deixar de ser humano.
Nesta vida, precisamos de amor, de alegria, de paz,
de carinho, de afeto. O leito conjugal precisa ser bem
aproveitado, e a união sexual, legítima entre os asados,
deve continuar sendo fator de integração, não apenas
física, afetiva, mas também espiritual.
Deus se agrada da união entre os casados, especialmente
entre cristãos: "Seja por todos venerado o matrimônio,
e o leito sem mácula" (Hb 1.3.4), diz a Palavra. Reconhecemos
que há muita infidelidade que começa por mera tentação,
para o que o outro cônjuge, às vezes, em nada contribui.
Mas havemos de reconhecer que o casal bem unido em torno
do Senhor Jesus terá condições de vencer o Inimigo.
O Senhor Deus, repreendendo Israel, dizia que não aceitava
mais suas ofertas. - Por quê? - "Porque o Senhor foi
testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com
a qual tu FOSTE DESLEAL, sendo ela a tua companheira
e a mulher do teu concerto" (Ml 2.14). Esse trecho nos
mostra que Deus rejeita aquele que é infiel à sua esposa,
e o rejeita não aceitando suas ofertas, seus sacrifícios.
Até as orações não são recebidas por Deus, quando o
marido não coabita com sua mulher com entendimento,
e vice-versa.
Aqui desejamos relembrar algumas recomendações da Bíblia
quanto à infidelidade. Paulo doutrinou bastante sobre
o assunto. A igreja em Corinto disse: "Não sabeis vós
que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus
habita em vós? Se alguém destruir o templo de Deus,
Deus o destruirá: porque o templo de Deus, que sois
vós, é santo" (1 Co .3.16,17). O homem, ou a mulher
cristã, deve tomar em consideração esta advertência
solene e grave da Bíblia: Se alguém destruir o seu próprio
corpo, pelo pecado, Deus o destruirá. Mais clara, ainda,
é a exortação, quando lemos o trecho de 1 Coríntios
6.18-20: "Fugi da prostituição. Todo pecado que o homem
comete é fora do corpo, mas o que se prostitui peca
contra o seu próprio corpo. Ou não sabeis que O NOSSO
CORPO E TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO, que habita em vós,
proveniente de Deus e que não sois de vos mesmos? Porque
fostes comprados por bom preço; glorificai pois a Deus
NO VOSSO CORPO, e no vosso espírito, os quais pertencem
a Deus".
Vemos, então, que a infidelidade conjugal, geralmente
tornada em adultério, é considerada o maior pecado contra
o corpo. Isto porque o corpo é "templo de Deus", "templo
do Espírito Santo. Havendo o verdadeiro amor, não haverá
frieza sexual. Haverá interesse, atração de um pelo
outro; haverá prazer no ato sexual. É necessário evitar
a infidelidade sob qualquer forma ou pretexto.
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